Estreias no cinema: Live-action do ursinho Pooh e mais lançamentos desta semana

Mais um live-action da Disney, mais uma sessão de nostalgia: é nesta quinta-feira (16) que estreia o novo filme do ursinho Pooh, “Cristopher Robin: Um Reencontro Inesquecível”. Comovente, segundo o próprio protagonista, o longa funciona como uma continuação para as animações que vimos nos cinemas em 1977 e 2011 (leia a entrevista com Ewan McGregor).

Além de McGregor, esta semana também veremos nas telonas Fabiula Nascimento em “Como é Cruel Viver Assim”, a ficção científica “Mentes Sombrias”- dos produtores de “Stranger Things” – e o documentário “Abrindo o Armário”, com Linn da Quebrada.

Assista aos trailers:

Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível
[EUA, 2018], de Marc Forster. Com Ewan McGregor e Hayley Atwell.

Na emocionante aventura live action “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”, da Disney, o garotinho que embarcou em inúmeras aventuras no Bosque dos Cem Acres com seu bando de adoráveis e animados bichinhos de pelúcia, cresceu e perdeu o rumo. Agora cabe aos seus amigos de infância se aventurar em nosso mundo e ajudar Christopher Robin a se recordar do garoto amável e brincalhão que ainda existe em seu interior.

Como é Cruel Viver Assim

[Brasil, 2017], de Júlia Rezende. Com Marcelo Valle e Fabiula Nascimento.

Solitários, frustrados e incapazes de realizar qualquer coisa que dê sentido às suas vidas, Vladimir, Clivia, Regina e Primo armam um plano absurdo: sequestrar um milionário. Porém, o quarteto não tem nenhuma experiência com crimes e nem noção do que essa operação pode envolver. Enquanto tomam as providências práticas, revelam-se seus medos e ambições.

Mentes Sombrias

[EUA, 2018], de Jennifer Yuh Nelson. Com Amandla Stenberg e Gwendoline Christie.

Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia mata a maioria das crianças e adolescentes da América, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Ruby, uma das sobreviventes, consegue escapar com outras crianças e sua vida muda para sempre.

Unicórnio

[Brasil, 2017], de Eduardo Nunes. Com Patrícia Pillar e Zé Carlos Machado.

Inspirado na obra de Hilda Hilst, Maria aguarda com a mãe a volta de seu pai, na rústica casa de campo. Enquanto isso, um viajante, aparece e muda a relação entre mãe e filha, criando uma atmosfera de suspense e romance.

A Outra Mulher

[França, 2018], de Daniel Auteuil. Com Daniel Auteuil e Gérard Depardieu.

Daniel é apaixonado por sua esposa, mas também é conhecido por sua imaginação fértil e muitas vezes tem que lidar com um melhor amigo que é um peso na sua vida. Quando o esse amigo insiste em organizar um jantar entre casais, com a intenção de apresentar sua nova namorada, Daniel se encontra “preso” entre sua esposa e as fantasias que começa a ter.

Abrindo o Armário

[Brasil, 2018], de Dario Menezes e Luís Abramo. Com Linn da Quebrada e Ciro Barcelos.

O documentário entrevista dezenas de homens gays e mulheres transexuais para conhecer a experiência do indivíduo LGBT, tanto nos centros quanto na periferia, tanto nos dias de hoje quanto décadas atrás, durante a ditadura militar. Figuras icônicas como o escritor João Silvério Trevisan, as artistas Linn da Quebrada e Jup do Bairro e o gamer Gabriel Kami compartilham suas experiências pessoais de autoaceitação e preconceito.

O Protetor 2

[EUA, 2018], de Antoine Fuqua. Com Bill Pulman e Denzel Washington.

Denzel volta ao papel de Robert McCall, que oferece justiça a qualquer preço para os oprimidos.

Troca de Rainhas

[França, 2017], de Marc Dugain. Com Lambert Wilson e Olivier Gourmet.

O conflito entre a França e a Espanha, em 1721, e o modo como os regentes decidiram a paz estão em pauta. Luís XV, de 11 anos, logo se tornará rei e, uma troca de princesas permitiria consolidar a paz com a Espanha, após anos de guerra, que deixaram os reinos enfraquecidos. Então, Felipe de Orléans casa a filha, Mlle de Montpensier, de 12 anos, com o herdeiro do trono da Espanha, e Luís XV se casa com a Infanta da Espanha, Anna Maria Victoria, de 4 anos. Tudo está sendo organizado luxuosamente, mas as crianças, por sua vez, reagem de forma inesperada.

Medo Viral

[EUA, 2018], de Abel Vang e Burlee Vang. Com Saxon Sharbino e Bonnie Morgan.

Um grupo de amigos baixa um aplicativo “tipo Siri” que, no início, parece uma maneira inofensiva de receber direções ou recomendações de restaurantes. Mas a natureza sinistra do aplicativo logo se revela. O app não só conhece os medos mais profundos e sombrios de cada pessoa, mas é capaz de manifestar esses medos no mundo real para literalmente assustar os jovens até a morte.

Café com Canela

[Brasil, 2018], de Ary Rosa e Glenda Nicácio. Com Valdinéia Soriano e Aline Brune.

Violeta e Margarida, nomes que não se referem apenas a flores, mas revelam duas mulheres comuns, dessas que encontramos pelas ruas do Recôncavo em bicicletas, em quartos, lidando com as adversidades do dia a dia ou com as amarguras do passado, com reencontros e transformações. Quando Violeta reencontra Margarida inicia-se um processo de transformação, marcado por visitas, faxinas e cafés com canela, capazes de despertar novos amigos e antigos amores.

 

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